El volumen A Nobreza Galego-Portuguesa da Diocese de Tui (915-1381) se centra en el análisis de la identidad política y socio-familiar de la aristocracia transfronteriza de la antigua diócesis de Tuy, cuya articulación tuvo lugar en una franja territorial definida por el curso portugués del Límia (al sur) y por la ría de Vigo (al norte). Este estudio se caracteriza también por una lectura de la sociabilidad de frontera a largo plazo, considerando desde la primera restauración de la diócesis (915) hasta la separación de sus territorios portugueses (1381), como consecuencia de la crisis generada por las ''Guerras Fernandinas'' y por el Gran Cisma del Occidente. Basado en un profundo examen de la realidad política y eclesiástica de esta región transfronteriza y de la naturaleza socio-familiar de su nobleza -que se relacionaba libremente con los poderes de los dos lados de frontera-, esta investigación revela una serie de factores socio-políticos primordiales que sobrevivieron a la formación de nuestras fronteras políticas y que influyeron decisivamente en el proyecto soberanista portugués del siglo XII, convirtiéndose con posteridad en una reminiscencia social primitiva de la unidad política vivida durante las centurias anteriores a la independencia de Portugal.
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- Índice
- Apresentação de José Augusto de Sottomayor-Pizarro
- Agradecimentos
- Abreviaturas e siglas
- Introdução
- I. A antiga diocese de tui: Território, igreja, política e sociedade
- 1.1. O território
- O cenário geográfico
- A expressão territorial da diocese de Tui
- Toronho (e Límia)
- O Alto Minho
- 1.2. A igreja
- Do nascimento da diocese à sua primeira restauração (915)
- As incursões normandas e muçulmanas e o falhanço da primeira restauração
- Da restauração de 1071 à cisão de 1381
- Tui e Braga
- 1.3. Tui e a evolução política do ocidente peninsular
- Afonso Betotes e os condes de Portucale
- O projecto político galego: de Garcia da Galiza a Afonso Henriques
- Quezílias e atritos fronteiriços posteriores a 1169
- Entre a guerra civil castelhana e as guerras fernandinas: entre a convivência e a fractura
- 1.4. A convivência social entre as duas margens do Minho
- A convivência entre instituições laicas e eclesiásticas
- Migrações
- Uma porta de acesso da aristocracia portuguesa
- II. As linhagens galego-portuguesas
- 2.1. De aristocracia condal a infanções e ricos-homens (séculos IX a XI)
- Os descendentes de Ero Fernandes
- Os descendentes de Afonso Betotes
- 2.2. A segmentação das linhagens (séculos XII a XIV)
- Velho-Bravo-Redondo-Zote-Vasquinho-Gato-Mourão-Barreto-Cerveira
- Celanova-Barbosa-Lima-Nóvoa-Vilalobos-Valadares-Sarraça-Pias-Penela-Gravel-Gabere
- Trava-Trastâmara-Palmeira-Tougues- Pereira-Homem-Froião
- Silva-Soverosa
- Toronho-Montor
- 2.3. O desenvolvimento de novas linhagens com o patrocínio da Coroa
- Soutomaior
- Nóbrega-Aboim/Portel
- Conclusões
- Fontes
- Bibliografia
- Anexos cartográficos